
O que é amor? Tem uma definição? Pode-se descrever? Quando sabemos que o que sentimos é amor? O amor tem um fim?
São apenas meras perguntas que me passam pela cabeça cada vez que penso ‘no amor’, Sou muito nova para falar disto, é o que muitas pessoas dizem. Pois percebi que essas pessoas estão erradas, como muitos sabemos, ‘o amor’ não tem idade.
‘O amor’ é um sentimento, muitos não o sentem, outros não o sabem distinguir, alguns o comparam a objectos ou tais coisas chamadas tocáveis. Também há quem chame esse sentimento por ‘fogo’ ou ‘chamas’.
‘O amor’ não são apenas vivências agradáveis e bonitas, ‘o amor’ é um mudo aparte do real, é um mundo inexplorado por muitos, gasto por outros, e inexistente por alguns.
Quando sabemos que o que sentimos é ‘amor’? Quando queremos proteger, quando nos preocupamos, quando somos capazes de tudo para ver a pessoa amada feliz, quando nos sentimos desiludidos pela pessoa amada, quando nos sentimos magoados, quando sentimos saudades, quando não resistimos, quando apenas de pensar nessa pessoas sorrimos, quando fazemos loucuras e coisas parvas até sem intenção por quem amamos, quando ficamos horas a fio a falar com essa pessoa, quando sentimos aquele frio na barriga, aquela sensação do irreal apenas por estar perto dessa pessoa, quando temos ciúmes, quando nos sentimos revoltados, quando queremos agradar, quando queremos satisfazer.
Não estou a falar apenas do ‘amor’ erótico, mas sim de todas as formas e maneiras de amar.
Um verdadeiro ‘amor’ apenas acaba, quando já não existe vida, quando o coração já não bate, é aí que a ‘chama’ apaga. É esse ‘o amor’ do qual estou a falar, daquele amor intenso, daquele amor que poucas vezes sentimos, mas uma vez existente, ou ‘encarnado’ em nós, jamais esquecido.
Ouvi muitas histórias de amor, está da qual vou falar foi de um homem de New York, e ele disse ‘ A minha mãe sempre me disse, quando tu encontrares ‘a tal’ no principio vêem os beijinhos, tantos e tantos que nem dá vontade de parar, passado 2 meses só vais querer cuspir, e aí tu pensas, ‘o amor acabou’. Somos nós que construímos o amor, nunca nos devemos acomodar pois aí o ‘amor’ vai passar a ser uma rotina. Quando pensas no ‘amor’ pensa sempre em evoluir, apaixonas-te vais viver com o teu amor de baixo de uma casa pequena, depois vêem os filhos e vão ter que mudar de casa, vêem os netos e vão precisar de uma casa maior. Esse sim é amor, é evoluir’.
A segunda história da qual vou falar é de uma mulher de Mali ela descreveu ‘o amor’ de uma maneira engraçada mas bastante verdadeira ‘O amor, é como um ovo. Temos de ser muito cuidadosos com ele pois se o agarrarmos com muita força, corremos o perigo de o esmagar, porém se não o agarrarmos com cuidado ele pode cair e partir-se, o amor é assim é frágil'

Sem comentários:
Enviar um comentário