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14 de julho de 2010

14.07.2010





Ana Catarina, pah tu és uma chata, bue parva, mesmo muito, meu és tão convencida, pah não sei mas eu odeio-te. Sinceramente era isso o que dizia de ti se aquela conversa naquela noite não tivesse acontecido foi ali que tudo mudou. Não sei se te lembras bem como começou, estávamos a discutir pelo Nick, ridículo meu deus! 'eu: qual é o teu problema? tu: tu? eu: para com isso! tu: não?' Obrigada por não teres parado, porque muito provavelmente se tivesses parado eu não teria conhecido uma pessoa, que não encontro uma só palavra para te definir... És uma miúda sensível mas não o queres admitir ou até lá no fundo o admites mas não o queres parecer (peço desculpas estar a dizer aqui cenas muito improprias ou coisa do género)és das poucas que me conhecem bem, que sabem verdadeiramente o meu passado, pah, aquelas conversas todas que nós tivemos marcaram mesmo (conversa de pita mesmo xD lamechas e tal... ) Lembras-te da primeira vez quando nos encontramos? Fui ao Camões meu deus e eu nem sei o que havia de falar, tu e a Didi foram tão queridas comigo, acho que a partir daquele dia em que começamos a ligar a cam enfim tu sabes, aquelas confissões todas, pah és bue *.* quando estou contigo é só rir, naqueles dias em que não vens ao msn para a nossa sessão de cam pa, sinto a tua falta :b espero que isto não seja uma seca para ti, juro que me estou a esforçar para que este texto seja fofinho mas pronto se não gostares é a vida, ya ya podes gozar depois.
Resumindo e concluindo, Ana Catarina eu gosto imenso de ti, já fazes parte do meu dia-a-dia, e espero pah espero que passes bem xD



Didi, a cada dia que passa conheço te ainda melhor, és uma miúda 5*, lembro me que mal me conhecias e contava-te os meus problemas e tu sempre me ajudavas opah *.* gosto bue de ti!



João Brancooo, opah já sabes, adoro-te bue <3 és um amigo extraordinário, um amigo impecável, ainda estou para ver o dia em que nos vamos encontrar! :D

10 de julho de 2010

Amo-te pai.


Quero voltar a aqueles momentos em que me abraçavas e me protegias, a aqueles momentos em que sabia que nada de mal me podia acontecer, aqueles momentos de uma criança feliz, quero ter a minha infância que nunca tive, a infância que me roubaram, quero voltar a aqueles momentos que não me recordo, aos bons momentos.
Tenho tantas coisas para te perguntar... Porque me fizeste sofrer tanto? Eu era apenas uma criança, era a tua filha e não merecia, eu sei que estas arrependido, e lá no fundo também sei porque o fizeste, resta admiti-lo, mas tu nunca o vais fazer, afastaste-te de mim como nunca imaginei que fosses capaz de o fazer, afastaste-te de mim porque pensaste que fosse melhor para mim, foi, por um lado foi, mas agora percebo que não está a ser, eu sei que estás a sofrer, e eu ainda mais, estou a sofrer por tudo o que me fizeste e o que me estás a fazer, mas tu não percebes que te estás a matar só a ti, mas também estas a matar a tua filha, a tua única filha.
Nunca ninguém percebeu isso porque eu não quis, tinha esperança. Cansei, com 17 anos sinto me exausta, sinto me sem forças, porque por tua causa, vivi o que tinha a viver em 17 anos. Sim, considero-me uma mulher, muitas vezes tento disfarçar isso pois na verdade sou uma adolescente e tenho que ter uma vida de adolescente. Sou criticada pela maneira de ser pois essa máscara que eu criei para me defender das críticas que ouço constantemente está prestes a cair, diariamente choro e penso em ti, é triste mas não me recordo dos bons momentos que passamos, talvez por terem sido poucos, ou talvez por te-los vivido muito nova, não sei, apenas quero acreditar que existiram.
Nunca me viste chorar, tentei ser aquela filha exemplar para ti e para a mãe, lutei mais do que tu próprio por ti, lutei pela família, lutei pela felicidade, mas nada consegui.
Sempre me preparaste por estes momentos, porque sempre soubeste que não eras capaz de parar, queria acreditar que não e sempre pensei que conseguia passar por isto, mas neste momento, sou incapaz. Eu não te quero perder. É verdade, não foste um bom pai, mas és o meu pai, sempre te amei juro, e com o pensamento nunca duvidei do teu amor por mim. Magoaste-me muito, não só a mim, as pessoas da tua volta também, mas eu sou a tua filha, como conseguiste? Porque és tão fraco? Porque foste tão fraco? E agora, como se não bastasse este afastamento tu vais te embora, vais me deixar, e nunca mais vou poder ouvir a tua voz, nunca mais vou poder sentir aquele abraço, o teu perfume... Será que alguma vez pensaste no quanto me estás a magoar?... Resta-me apagar os maus momentos, e continuar a lutar, mas desta vez não por ti, não pela minha mãe, não para vos provar que sou aquela filha que todos os pais queriam ter, mas sim por mim. Pelo que sou, pelo que aprendi, pelo que vivi e pelo que ainda quero viver. Sinto-me tão fraca quanto tu, porém a mim ainda me resta uma pequena esperança que tudo vai melhorar e é apenas isso que todos os dias me faz lutar e me deixa com um sorriso na cara pois de ti, novamente, estou a espera daquilo que sempre soube que irá acontecer e neste caso mais cedo do que devia. Mas espero que nunca te esqueças de que te amo pai, sempre te amei, e estarás sempre no meu pensamento.

7 de julho de 2010

Já não sou tua.


Nada do que tu fazes tem sentido, magoaste-me como só apenas uma pessoa conseguiu magoar-me, e mesmo assim ainda te dou importância. Gostava apenas de te tirar de dentro de mim, ou então tirar-te algo que me pertence. Não consigo perceber-te, o que se passa contigo, tu não eras assim, ou então conseguiste enganar-me todos os dias durante este tempo todo.
Dói-me a tua ausência, o facto de ver como tudo se tornou tão... diferente.
Neste momento tenho a certeza de que tive uma certa culpa nisto tudo, tu eras o centro da minha vida e simplesmente não merecias ter um lugar tão importante na minha vida.
Eu passei por coisas bem piores, e de facto tu não passas de um passa-tempo para mim, o que sinto por ti? Não sei, muito provavelmente, pena?? Pena por seres o que és, uma pessoa sem personalidade, sem carácter.



Eu sei que mais tarde ou mais cedo, tu vais admitir, até esse dia, vai sentindo a minha falta, pois mais ninguém te vai dar tanta importância e amor como eu te dei. Entretanto, perdeste-me.