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4 de junho de 2010

O silencio diz tudo, sinto a tua falta...



Para que palavras? Se tudo foi em vão...
Para que sentimentos? Se tudo morreu...
Para que mágoas? Se ninguém se vai importar...
Para que isto tudo? Se nada vai voltar...


E agora voltei a mesma estrada, sou o palco da minha vida, é onde a acção, o drama, a comédia ocorre. Sou o centro da minha vida, não tu, nem ele, nem ela importa.
Nunca tinha percebido que eu, sou apenas eu, sem ninguém, e nada irá mudar para alem de mim...
Não é por tu seres minha amiga que faz de mim uma pessoa melhor ou pior, nem é por tu seres o meu melhor amigo que vou mudar para pior ou para melhor...
Achas te melhor do que eu? Talvez, mas antes de dizeres algo ao meu respeito, dá-te ao trabalho de me conheceres o suficiente para me julgares.
Tenho defeitos, qualidades como qualquer pessoa, todos nós temos. É bom, se não a vida era demasiado aborrecida, penso eu, mas sou apenas eu.
Nada do que eu penso interessa a ninguém, nada do que eu digo tem sentido, para ti, porque para mim está tudo ligado, nada acontece por acaso, todos os a fracassos, erros, victórias ou derrotas são em vão, aprendo sempre com isso, se não aprendo a primeira é porque volto a cometer o erro, uma segunda ou uma terceira vez, os erros são cometidos até eu aprender que É UM ERRO, e depois volto a recuperar tudo, ou quase tudo (: não importa. Agora vou ouvir música, talvez volte amanhã.

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